Discursos
Che fala ao povo cubano na "Rádio Rebelde" durante a revolução.
Por todos os meses... nós havíamos ficado aqui muitos jornalistas
de todas as partes do mundo preocupavam com... digamos, a parte anedotal vinham
aqui e eles se dessa guerra de guerrilhas. Hoje, eu aproveito visita de um
jornalista cubano pra enviar a primeira a oportunidade da saudação que eu tive
chance de mandar as pessoas que eu decidi defender conhecendo apenas povo
cubano, através dos pensamentos e ações de nosso comandante, Fidel
Castro."
Che discursa nas Nações
Unidas(1964).
"O conjunto épico das
operações militares em nossa frente, será escrito por massas de índios famintos,
de lavradores sem terras, de trabalhadores explorados. Será escrito pelas massas
progressivas, os honestos e brilhantes intelectuais que são abundantes em nossa
extensa sofredora terra da América Latina."
Che discursa para a juventude cubana sobre a importãncia dos
estudos.
"Os jovens... e eu me vejo como
um...nós precisamos estudar e estudar pesado. Nós não devemos dizer que meus
olhos ardem ou que eu não gosto de ler, que eu fico cansado, que não há óculos,
que eu tenho muita vigia, que as crianças não me deixam dormir... todas essas
coisas que as pessoas levantam. Nós precisamos estudar por todos os
meios."
Che fala sobre a situação em
Congo em 1965, onde pára-quedistas franceses atacaram Stanleyville, para
derrubar o presidente socialista LUMUMBA e sobre a crueldade do
imperialismo.
"Eles invadiram a cidade de
Stanleyville, eles massacraram muitos cidadãos, e, como ato final, depois de
matar as pessoas bem ao lado da estátua do digno Lumumba, eles explodiram a
estátua do presidente formador do Congo. Isso nos mostra duas coisas. Primeiro,
a crueldade do imperialismo. Uma crueldade que não tem fronteiras e não pertence
a nenhum país em particular. As multidões hitlerianas eram animais, da mesma
forma que os norte americanos são animais agora e os pára-quedistas belgas eram
animais também assim como os franceses foram animais na Algéria. Porque essa é a
natureza do imperialismo que faz as pessoas se tornarem animais com sede de
sangue, dispostos a decapitar, a massacrar, a destruir até mesmo a última imagem
de um revolucionário, de um defensor de um governo subjugado ou de um batalhador
pela liberdade do país."
Fidel
discursa sobre Che após a morte deste
revolucionário.
"Se nós quisermos
expressar como queremos que os homens sejam no futuro, devemos dizer: nós
queremos que eles sejam como Che. Se nós quisermos dizer como queremos que
nossas crianças sejam educadas, devemos dizer sem hesitação: queremos que eles
cresçam no espírito de Che.