A face romântica do sonho revolucionário


 Aos 30 anos, em 2 de janeiro de 1959, Che Guevara entrou triunfante em Havana ao lado de Fidel Castro, depois da vitoriosa campanha guerrilheira em Sierra Maestra. Seis anos depois, eu desejo de manter acesa a chama da revolução internacional levou-o de volta ás armas e á clandestinidade. Só seria visto de novo em outubro de 1967, morto após ter sido capturado a selva boliviana. Depois de sua morte tornou-se símbolo do heroísmo e compromisso revolucionários. Inscrições de “Che Vive” surgiram em muros e camisetas de todo mundo; pôsteres e retratos eram exibidos em todos os continentes. Sua rebeldia transcendeu suas posições políticas, e lê transformou-se na derradeira imagem de uma década em que os sonhos pareciam estar ao alcance das mãos.


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